Seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos em endereços ligados aos investigados. Dois homens, de 25 e 29 anos, foram presos em flagrante.
A Polícia Civil, deflagrou na manhã desta quarta-feira (20), a operação “Conexão Segura”, com o objetivo de combater crimes graves de pornografia infantojuvenil, previstos no Estatuto da Criança e Adolescente (ECA), praticados por meio da Internet. A ação representa um marco no enfrentamento de crimes cibernéticos e na proteção de vítimas em situação de vulnerabilidade. A operação contou com o apoio das equipes da Delegacia de Combate aos Crimes contra Criança e Adolescente (DCCCA), Operação Policial Litorânea Integrada (Oplit) e Polícia Científica.
Investigação e mandados de busca e apreensão
As investigações foram iniciadas há 6 meses, a partir de monitoramento da internet que identificou usuário de software de comunicação de dados que transmitiu e recebeu vários arquivos contendo cenas de sexo explícito envolvendo crianças e adolescentes. Uma equipe da DCCCA conseguiu identificar os suspeitos dos crimes.
Na operação, os policiais cumpriram seis mandados de busca e apreensão em Maceió e Rio Largo, em endereços ligados aos investigados. Na capital, os policiais realizaram as buscas e apreensões em residências nos bairros da Mangabeiras, Trapiche, Clima Bom, Cidade Universitária e Benedito Bentes.
Até agora, dois homens, de 25 e 29 anos, foram presos em flagrante, por armazenamento de conteúdo pornográfico infantil (art. 241-B, ECA). Um na cidade de Rio Largo e outro no bairro Cidade Universitária.
“A operação “Conexão Segura” demonstra o compromisso da Polícia Civil em proteger os direitos das crianças e adolescentes, responsabilizando os autores desses crimes e prevenindo futuras violações. A colaboração entre forças de segurança reforça o impacto e a abrangência das ações no combate à exploração sexual infantil”, destacou o comunicado da Polícia Civil.
A operação tem o comando das delegadas Talita Aquino, titular da DCCCA, e Maíra Balby, adjunta da DCCCA. Denúncias podem ser feitas através do número 181 (Disque Denúncia), com garantia de sigilo e proteção às vítimas.
