O período de festas de fim de ano, marcado por altas temperaturas e maior circulação de pessoas, aumenta os casos de gastroenterites, intoxicações alimentares e infecções respiratórias, segundo a infectologista Carla Kobayashi, do Hospital Sírio-Libanês.

    As doenças gastrointestinais são as mais comuns nessa época, impulsionadas pela combinação de calor, falhas de higiene e alimentos mantidos fora de refrigeração cenário que favorece a proliferação de bactérias como Salmonella e E. coli. As principais complicações envolvem desidratação, que exige atenção quando há pouca urina ou dificuldade para ingerir líquidos.

    As infecções respiratórias também aumentam no verão devido à circulação de vírus como influenza, rinovírus e coronavírus, especialmente em ambientes com aglomerações. Já as arboviroses, como dengue, Zika e chikungunya, continuam sendo motivo de alerta, mesmo com redução nos casos de dengue em 2025.

    A especialista reforça cuidados essenciais: higienizar as mãos, evitar alimentos fora de refrigeração, manter hidratação, usar água potável, evitar aglomerações em caso de sintomas, cobrir nariz e boca ao tossir, não compartilhar utensílios, usar repelente e eliminar focos do mosquito. Segundo ela, práticas simples ajudam a prevenir doenças típicas do verão.

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