O Tribunal de Justiça do Amazonas negou o pedido de prisão preventiva da médica e da técnica de enfermagem investigadas pela morte de Benício Xavier de Freitas, 6, que recebeu uma dose inadequada de adrenalina na veia.
Apesar das prisões terem sido negadas, a médica Juliana Brasil Santos e a técnica Raíza Bentes cumprirão medidas cautelares. A solicitação de prisão preventiva das duas havia sido feita na última sexta-feira pela Polícia Civil, que não informou o motivo por questões de sigilo.
O Tribunal de Justiça destacou a gravidade do delito, mas entendeu que cautelares são suficientes neste momento. “A prisão preventiva só deve ser decretada quando os pressupostos legais estiverem comprovados e a necessidade for inquestionável”, destacou o juiz Fábio Olintho de Souza, da 1ª Vara do Tribunal do Júri de Manaus, em decisão hoje.
