A demissão de um técnico de enfermagem em Santos (SP), após cair no golpe do falso médico, expõe a recorrência desse tipo de fraude em hospitais de diferentes estados do país.
Criminosos se passam por médicos ou gestores da saúde, usam nomes reais e informações verdadeiras de pacientes internados, principalmente em UTIs, para pressionar familiares a fazer pagamentos urgentes via Pix. Os valores pedidos podem chegar a R$ 10 mil.
Casos semelhantes já foram registrados em estados como Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Goiás e Rio de Janeiro, e são alvo de investigações policiais. Entidades médicas alertam que hospitais não cobram exames ou medicamentos por telefone ou aplicativos e orientam que tentativas de golpe sejam denunciadas.
