O Ministério da Saúde decidiu não incorporar a vacina contra o herpes-zóster ao Sistema Único de Saúde (SUS). A decisão segue recomendação da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e foi oficializada por meio de portaria publicada no Diário Oficial da União nesta segunda-feira (12).
Apesar da eficácia comprovada do imunizante, a avaliação técnica apontou que o alto custo para oferta gratuita tornaria a medida inviável no momento. A vacina analisada é a recombinante adjuvada, registrada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em 2021.
Atualmente, o imunizante é indicado para pessoas a partir de 50 anos e para adultos imunocomprometidos, sendo aplicado em duas doses, com intervalo de dois meses.
