Uma pesquisa conduzida por uma equipe internacional, liderada pelo médico espanhol Eduardo Vilar-Sánchez, do MD Anderson Cancer Center, nos Estados Unidos, aponta um possível avanço no desenvolvimento de vacinas para a prevenção do câncer de intestino.
O estudo envolveu pacientes com síndrome de Lynch, uma condição hereditária rara que afeta cerca de uma em cada 270 pessoas e aumenta significativamente o risco de desenvolvimento do tumor. De acordo com os resultados iniciais, a vacina foi capaz de impedir o surgimento de novas lesões e manter estáveis aquelas já existentes.
Um ano após a aplicação da vacina Nous-209, os pesquisadores não identificaram o aparecimento de novas lesões nos participantes. Além disso, os pólipos previamente detectados permaneceram estáveis, o que indica que o imunizante pode retardar o processo de desenvolvimento do câncer de intestino.
