A médica Nádia Tamyres Silva Lima, que responde em liberdade pelo assassinato do ex-marido, também médico Alan Carlos de Lima Cavalcante, ocorrido em novembro do ano passado, ingressou na Justiça com pedido para reaver a guarda da filha do casal. Desde o crime, a criança vive sob os cuidados da avó paterna.

    A informação foi divulgada pela advogada Júlia Nunes, que publicou um vídeo nas redes sociais nesta quinta-feira (29) comentando o andamento do caso. Segundo ela, o Tribunal de Justiça de Alagoas entendeu que Nádia não representa risco à coletividade, mas, ainda assim, mantém a proibição de convivência com a filha. “Ela foi considerada uma pessoa que não oferece perigo à coletividade, mas continua sem o direito básico de conviver com a criança”, afirmou.

    Por decisão da Justiça de Alagoas, a médica está impedida de manter contato ou se aproximar da filha. A guarda provisória foi concedida à avó paterna. Familiares de Nádia, como tios e avós maternos, chegaram a solicitar formalmente a guarda definitiva, anexando laudos e outros documentos ao processo, mas os pedidos não foram acolhidos pelo Judiciário.

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