A Justiça determinou a devolução do inquérito policial que apura a morte de Cláudia Pollyane Farias de Sant’Anna à delegacia responsável, após manifestação do Ministério Público do Estado de Alagoas, que apontou a inexistência de conclusão do procedimento, ausência de relatório final, falta de indiciamento e laudos técnicos ainda pendentes.
O caso, ocorrido em agosto de 2025 na Comunidade Terapêutica Luz e Vida, em Marechal Deodoro, segue sem finalização formal, apesar de informações anteriores indicarem que o inquérito teria sido remetido ao Ministério Público.
Conforme registrado nos autos, essa remessa não ocorreu de forma concluída, o que levou o MP a requerer que todo o procedimento retornasse à delegacia para consolidação das diligências e posterior conclusão, dentro de prazo a ser fixado pelo Juízo.
Na manifestação encaminhada à Justiça, o Ministério Público destacou que a autoridade policial chegou a requisitar alguns laudos, mas eles não constam nos autos, e que não houve relatório conclusivo nem indiciamento, o que impede a análise ministerial acerca de eventuais responsabilidades penais.
