A declaração foi feita durante uma transmissão ao vivo ao lado da ex-presidente da Caixa Econômica Federal, Daniella Marques, coordenadora econômica de sua pré-campanha e cotada para compor a chapa como candidata à vice-presidência.
Ao comentar o caso, Flávio disse que a fotografia apresentava sinais de edição e citou um detalhe que, segundo ele, comprovaria a manipulação.
"Manipularam uma foto minha em que eu aparecia sem camisa, de óculos escuros, queimado de praia, ao lado de um cara que tinha um dedo mindinho de 20 centímetros. Quando fizeram a imagem por IA, esqueceram de corrigir esse detalhe", afirmou o senador.
Na sequência, Flávio também ironizou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), fazendo referência à ausência de um dedo na mão esquerda do petista.
A nova declaração difere da posição adotada pelo parlamentar quando a imagem começou a circular. Na ocasião, Flávio afirmou que não sabia se a fotografia era verdadeira e explicou que costuma tirar fotos com muitas pessoas durante eventos públicos, sem conhecer a identidade de todos.
A selfie foi divulgada pelo portal ICL na última quarta-feira (15). Segundo a publicação, o registro teria sido feito em 2022, em um hotel localizado na zona sul do Rio de Janeiro.
Luiz Phillip Machado de Moraes Mourão, conhecido como Sicário, foi citado nas investigações sobre o Banco Master como suspeito de coordenar ações de intimidação, vigilância e coação contra adversários e agentes públicos, supostamente a mando do empresário Daniel Vorcaro.
Sicário foi preso em março de 2026 durante a terceira fase da Operação Compliance Zero. Ele chegou a receber atendimento médico após tentar tirar a própria vida em uma cela da Polícia Federal, mas não resistiu.